24 de mai. de 2008

Universo

Universo

Não será meu universo
um mundo a parte no mundo
do teu mundo o inverso
no meu verso finito
um mundo sem fundo

Nesta imensidão gelada
navegamos à deriva
em silencioso vagar,
pelos teus olhos serenos,
pelos meus goles de bar

Uns por terra passeando
outros flutuando no ar,
mas todos provam a
lágrima
do doce fogo de amar

O tempo passa voando
esculpindo o caminho
com as mãos frias de pedra
num carinho lapidar

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