A bebida tá na mente!
Na universidade norte-americana Harvard, cientistas dos laboratórios de genética e do de psicologia, do departamento de psiquiatria, organizaram um teste, no qual os alunos identificados como consumidores contumazes de bebidas alcoólicas foram selecionados e convidados para participarem de uma pesquisa. A dinâmica da pesquisa consistia na identificação de marcas de cerveja, pelos participantes, os quais, após provarem várias marcas em recipientes catalogados apenas por números, deveriam posteriormente preencher um questionário com o objetivo de saber-se informações sobre: identificação, preferência de marca, paladar, consistência, graduação alcoólica, etc. Vários itens foram relacionados na ficha.
Após o teste, as “provas” foram entregues aos pesquisadores (cientistas) e o evento se transformou numa grande festa de confraternização entre os presentes, que livremente tiveram todo o estoque de bebida, restante, disponibilizado para o consumo. Tudo estava sendo gravado por câmaras espalhadas pelo recinto. A gandaia estava armada! Altas horas da matina quase todos os estudantes já estavam de “cara-cheia” e muitos já caindo pelas tabelas. O manguaço foi grande!
No dia seguinte foi publicado o resultado da etílica e alegre pesquisa.
Revelação: a pesquisa era sobre as teses sobre as influências da predisposição causada pelos fatores genéticos (gerador de dependência química) X a apologia sociocultural (psicosocial) do consumo de bebidas alcoólicas, ou seja, qual dos fatores do alcoolismo teria mais influência no consumo entre os estudantes universitários.
1ª Constatação: a bebida servida era toda da mesma marca!
2ª Constatação: A cerveja do teste não continha álcool!
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