Lula e o programa de índio
Lula juntou alguns assessores próximos, embarcaram no aerolula e foram até o Alto-Xingu, verificar denúncias sobre as atividades da FUNAI que estaria autorizando, por debeixo-dos-panos, como sempre, o desmatamento de vasta região da mata da reserva indígena para vender madeira-de-lei para as medeireiras coreanas.
Chegando lá Lula fez as suas tratativas de comissões, 10% pra cá – 10% pra lá, e depois resolveu visitar uma aldeia indígena dos Txucarramães. Durante a estada, em que foi foi bem recebido pela indiada, pois havia levado espelhos e outras bugigangas do Paraguai, Lula conheceu um jovem índio, chamado Coxa Branca, que se demonstrou prestativo e muito inteligente, então Lula que já havia tomado todas e até fumado o cachimbo da paz, com boas prensadas, ficou bonachão e resolveu levar o jovem Coxa Branca para Brasília onde poderia estudar na “falcudade” (sic) e se tornar um bom militante do PT. Durante o retorno, no avião, o prestativo indiozinho ficava na volta de Lula como um cachorrinho, atendendo-lhe em todas as solicitações, desde trazer trago até charutos cubanos. Em certo momento Lula já de ressaca pediu que o indiozinho lhe trouxesse água, pois o “radiador estava seco”, então o jovem Coxa Branca saiu correndo e voltou com uma caneca cheia de água fresquina que o Lula tomou de guti-guti, para logo em seguida solicitar que o jovem trouxesse mais, e lá foi ele correndo buscar mais água para o grande chefe branco, até que numa dessas correrias o índizinho Coxa Branca voltou cabisbaixo e com a caneca vazia na mão, então Lula frustrado e já alterado questionou a ineficiência do lacáio (pra ele), ao que o triste indiozinho respondeu de bate-pronto “Não dá pra trazer mais água agora Grande Chefe Lula, o homem branco com nome de fresco (Ministro Mantega) está sentado no pocinho!”. Que indiada, heim seu Lula?
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